“Há muitos militares que não estão a ser rendidos em Cabo Delgado distrito de Macomia onde um dos militares veio a ficar maluco no dia 15 de Dezembro de 2021.O mesmo teve de ser tirado para hospital e a sua família não têm conhecimento”.
“Ainda referir que em 2020 recrutaram 88 Licenciados em vários Cursos nomeadamente Medicina geral, Direito, gestão, Contabilidade, Psicologia Clínica e mais, a fim de prestarem a formação e serem enquadrados como Oficiais Milicianos de acordo com o Estatuto dos Militares. Após o término desta formação os técnicos Superiores foram retidos em Munguine durante 5 meses a fazerem trabalho de guardas-nocturnos pela ordem do antigo Coronel daquela instituição”.
“Depois dos 5 meses foram empenhados todos os técnicos para Cabo Delgado e, chegados lá, foram todos espalhados em vários pontos como Soldados simples. Senhor Chefe do Estado maior general como o senhor vê isso??”
“Antes da morte do General Eugénio Ussene Mussa já havia um plano para estes técnicos, logo que o General Mussa veio a óbito foi substituído pelo senhor General Joaquim Rivas Mangrasse, homem esse que veio pisar o Estatuto Militar e a Constituição da República de Moçambique”.
“Afinal qual é a norma que se usa mas FADM? Regulamento Militar e Estatuto ou o que ele pensa? Com certeza o que ele pensa porque está acima da Constituição da República de Moçambique. Triste saber que os militares estão a sofrer nas mãos deste senhor, Médicos do ministério da defesa que estão a trabalhar duro no Teatro operacional Norte, ganham 3.500MT já a 14 meses, se for mentira mandem uma equipe da STV para ter com médicos que estão em Afungi; Palma; Mocímboa; Moeda; Nangade e; Macomia”.
“Lá vão encontrar Juristas, Psicólogo Clínicos, Farmacêuticos Médicos nestas situações. Senhor Joaquim Rivas Mangrasse, saiba que devias seguir com o plano do falecido Mussa e não entrar e desfazer tudo que estava nos planos daquele génio que iria melhorar as coisas. A lei é recta”.
Pedimos anonimato.
PS: Sobre estas matérias, Camaramen está a tentar recolher, para trazer a reacção das FADS e especificamente do General Joaquim Rivas Mangrasse porquanto estão a ser levantadas acusações sobre os seus modelos de gestão da coisa pública, numa altura sensível para a integridade e estabilidade do estado moçambicano – e as forças armadas são chamadas a intervir – devido aos ataques dos terroristas que já tomaram e tornaram ingovernáveis distritos como Mocímboa da Praia, Palma etc, na província de Cabo Delgado.
Algumas fontes dizem que Mangrasse é de difícil trato e passa mais tempo no terreno e em teatros operativos.
Nos últimos dias, académicos e outros sectores ligados a análise e crítica tem estado a denunciar evidências de actos e situações de camuflagem e secretismo na gestão dos aspectos considerados de natura pública relativas a guerra no norte.





