Apoio Tardio de Empresas Moçambicanas para Participação dos Mambas no CAN

Já na “ultima hora”, quando faltam algumas horas para a abertura do CAN, tem estado a surgir grupos distintos de empresas Moçambicanas, como os casos do composto pelo Banco Nacional de Investimento (BNI), Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique, E.P (CFM), Construções Karina, Cornelderde Moçambique (CdM), EMOSE, Grindrod,Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB), Manica, Mota-Engil, Petromoc e a  Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC), terá “se unido com um propósito nobre: apoiar a participação da Selecção Moçambicana de Futebol “Mambas” no Campeonato Africano das Nações (CAN-2023).

Só na véspera do arranque do campeonato e 28 horas do primeiro jogo da selecção nacional os mambas, as empresas, líderes nos seus sectores, dizem que reconhecem o papel fundamental do desporto como catalisador do desenvolvimento e internacionalização de Moçambique, nas esferas social, económica e cultural. Porém, muitos criticos acreditam que a reacção das empresas veio depois de a opinião pública reclamar a presença e o apoio de empresas nacionais aos mambas. O facto agudizou-se quando a estação nacional de tv anunciou incapacidade financeira para transmitir sozinha o campeonato em directo, o que chocou a opinião pública. É demonstrando um compromisso firme com a responsabilidade social, que as mencionadas empresas dizem-se unidas no apoio aos Mambas, canalizando recursos através do Fundo de Promoção Desportiva. O fundo de apoio servirá, entre outros, para cobrir despesas associadas ao estágio na África do Sul, equipamento e estampagem do mesmo e despesas de alojamento, alimentação e transporte durante o campeonato na Costa do Marfim. O anúncio do apoio vem depois de algumas etapas do processo a financiar terem sido já ultrapassadas como o caso das viagens para o estágio pre-competitivo na África do Sul.

Ao contribuírem para a participação dos Mambas no CAN 2023, estas empresas destacam a convicção de que esta iniciativa não apenas enaltecerá o desporto nacional, mas também servirá como um veículo para elevar o nome de Moçambique a níveis internacionais, promovendo um sentimento colectivo de orgulho nacional.

Ao unir esforços, o BNI, CFM, Construções Karina, Cornelder, EDM, EMOSE, Grindrod, HCB, Manica, Mota-Engil, MPDC e a Petromoc,reforçam o seu compromisso com o desenvolvimento integral de Moçambique, usando o desporto como uma ferramenta de coesão e projecção positiva a nível internacional.

Este apoio colectivo destaca a importância da colaboração entre sectores e empresas para impulsionar iniciativas desportivas de grande significado nacional, demonstrando que, quando unimos forças, conseguimos alcançar feitos notáveis.

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