Em momentos em que o partido Frelimo procura e prepara-se para suceder a actual liderança, há dez anos em frente do governo em Moçambique, o filho do antigo líder se deixa fotografar em actos de caridade com certa nobreza.
Samora Machel Júnior aparece como que empoleirado no tractor ofertado para fins comunitários. Para uns o primogénito de Samora Machel, primeiro chefe de estado nacional na história pós independência não esconde a sua tendência, aparentemente, para abocanhar tudo em robustez empresarial e a ambição de chegar a governar Moçambique, principalmente usando o nome da ‘família’ e do pai, quando ensombra o seu partido com certas formas camufuladas de gerar cisão e exigir integridade na postura dos membros. O 2024, ano eleitoral, ainda só está no seu início. Filipe Nyusi ainda não deu sinais claros de querer sair. Muitas alas de dentro e fora frelimista acreditam que mesmo querendo o actual chefe de estado não vai resistir e vai mesmo ter que quedar conforme rege a constituição.





