A fraude eleitoral protagonizada pelos gestores dos órgãos de gestão e administração eleitoral nos quatro municípios vai ter um custo pesado para o orçamento do Estado. O CIP eleições teve acesso ao orçamento e revela que o Estado deverá gastar 21.5 milhões de meticais. Nenhum dos membros de mesa de votos, directores dos STAE e presidentes das comissões distritais de eleições, envolvidos e responsáveis pela fraude, se encontra afastado e nem há evidências de que algum processo foi iniciado contra algum deles. Isto significa que serão os mesmos gestores que irão encabeçar o processo de repetição das eleições no próximo dia 10 de Dezembro.





