João Figueiredo Convida o Empresariado a Ser Mais Prudentes na Contracção de Dívidas

O Presidente do Conselho de Administraça o (PCA) do Moza Banco aconselha as empresas moçambicanas a serem ainda mais prudentes e assertivas no que toca a contracça o de dívidas na Banco e/ou em outros agentes financeiros. Ao inves de pensarem inadvertidamente em dí vidas, Joa o Figueiredo defende um maior rigor na poupança e no investimento, por parte das lideranças empresariais, face a conjuntura actual, caracterizada por restriço es monetarias e uma cada vez maior vulnerabilidade das principais moedas internacionais.

Joao Figueiredo falava, esta quinta-feira, 28 de Setembro, durante um Masterclass denominado “Liderança na Prática”, no qual foi convidado a compartilhar o seu trajecto enquanto lí der institucional, ao lado de renomadas figuras nacionais que incluem o antigo Presidente da Republica, Joaquim Chissano, os empresarios Salimo Abdula e Daniel David e a Activista para os Direitos Humanos, Josina Machel.

Segundo Figueiredo, os indicadores mostram que nos próximos anos as taxas de juro podem ser ainda mais elevadas, encarecendo o dinheiro e tornando ainda mais desafiadora a jornada empresarial.

O PCA refere ainda que os dois u ltimos notáveis eventos de abalo social, nomeadamente a pandemia da Covid-19 e a Guerra na Ucra nia fragilizam ainda mais a economia mundial, o que faz com que os estudiosos prevejam momentos difí ceis na pro xima de cada. Assim, mais do que se preocuparem com novos negócios, as empresas devem melhorar a gestao da liquidez e dos ganhos de curto-prazo.

“As crises cíclicas que conhecemos nos últimos 30, 50 e 100 anos agora já não são nem tão previsíveis nem tão distantes umas das outras, como era no passado”, alertou.

Figueiredo afirma que em todos os sectores, os momentos de crise desafiam as lideranças, exigindo delas a plena demonstraça o de auto-controle e de dianteira. “Um líder que não se assume nos momentos mais turbulentos não é reconhecido pelos seus seguidores”

Ainda no tangente a liderança empresarial, a ní vel da Banca, o PCA do Moza apelou a sua larga experie ncia profissional para transmitir a necessidade de se cultivar fortes relaço es interpessoais com os clientes e com todos os stakeholders. “A Banca tem que ser relacional. O que vai nos outros é a nossa capacidade de criar ligações relacionais fortes e duradouras.”.

Na mensagem do PCA, dirigida a um audito rio composto por centenas de cidada os de variados seguimentos sociais, houve ainda espaço para endereçar uma particular recomendação as famílias moçambicanas.

“Se vai contrair uma dívida talvez este seja o momento de deixar de optar por taxas variáveis, preferindo taxas fixas”, sugeriu Figueiredo, implicitamente transmitindo a ideia de que taxas fixas sa o mais previsí veis e, por conseguinte, facilitam a planificaça o orçamental do devedor.

Para o Moza banco, e um orgulho testemunhar o interesse e a participaça o do seu PCA em encontros que contribuam para o crescimento e desenvolvimento do paí s, capacitando lí deres e empresa rios com insights valiosos que ajudam a iluminar os caminhos para a prosperidade nacional.

 

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