De Janeiro a Novembro do ano em curso, o País registou um aumento de preços na ordem de 5,17%. As divisões de Alimentação e bebidas não alcoólicas e de Transportes, foram as de maior destaque, ao contribuírem no total da variação acumulada com cerca de 2,11 pontos percentuais e 0,87% positivos, respectivamente.
0 Índice do Preço ao Consumidor, tornado público esta quinta-feira em Maputo, destaca o aumento dos preços da gasolina, do tomate, de refeições completas em restaurantes, do carvão vegetal, do carapau, do óleo alimentar e do peixe seco. Estes comparticiparam com cerca de 2,78 pontos percentuais positivos no total da variação acumulada.
Comparativamente a igual período do ano anterior, o País registou no mês em análise, um aumento de preços na ordem de 6,77%. As divisões de Alimentação e bebidas não alcoólicas e de Habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis, foram em termos homólogos as que registaram maior variação de preços com cerca de 10,43% e 8,58%, respectivamente.
O Instituto Nacional de Estatística, INE, diz que os dados recolhidos em Novembro findo, nas Cidades de Maputo, Beira e Nampula, quando comparados com os do mês anterior, indicam que o País registou uma inflação na ordem de 1% (0,99%). As divisões de transportes e de habitação, água electricidade, gás e outros combustíveis, foram as de maior destaque, ao contribuírem no total da variação mensal com cerca de 0,51 e 0,18 pontos percentuais positivos, respectivamente.
No entanto, em relação a variação mensal por produto, explica o INE, é de destacar o aumento dos preços da gasolina (6,5%), de materiais diversos para manutenção e reparação da habitação (10,5%), do coco (14,6%), de veículos automóveis ligeiros em segunda mão (2,7%), de refeições completas em restaurantes (0,7%), de cervejas para consumo fora de casa (1,7%) e do gasóleo (4,6%). Estes contribuíram no total da variação mensal com cerca de 0,79pp positivos.
De acordo com o Índice do Preço ao Consumidor publicado quinta-feira, 10 de Dezembro, alguns produtos como a batata-reno (10,2%), as capulanas (1,4%) e o detergente em pó (2,5%), contrariaram a tendência de aumento, ao contribuírem com cerca de 0,09% negativos.





