Na cerimónia de abertura da 58ª Edição da Feira Agro-Pecuária, Comercial e Industrial de Moçambique – FACIM 2023, o Ministério da Indústria e Comércio reconheceu a Montepuez Ruby Mining Lda (“MRM”) como segundo maior exportador do sector dos recursos minerais e energia em Moçambique.
O reconhecimento do governo moçambicano considera o ano económico de 2022, em que a MRM exportou 906 mil quilates de rubis. Grande parte do produto foi vendida nos leilões realizados durante o ano e resultaram em um recorde de vendas de USD 166,7 milhões.
A MRM tornou-se um dos principais exportadores de pedras preciosas coloridas do país e um contribuinte significativo para a economia nacional e local desde 2014. De acordo com os dados da Balança de Pagamentos do Banco de Moçambique, as exportações de rubi da MRM representam 93% das entradas monetárias oficiais provenientes da mineração de rubis, esmeraldas e safiras em Moçambique há 12 anos, no período de referência compreendido entre Janeiro de 2011 a Dezembro de 2022.
Além disso, a MRM foi premiada como o maior contribuinte de Cabo Delgado por oito anos consecutivos, desde 2014 até 2022, excepto em 2020, quando não houve nenhum premiado declarado devido à Covid-19. A empresa pagou 23% das suas receitas ao governo de Moçambique sob a forma de royalties minerais e imposto sobre o rendimento de pessoas colectivas, um número a que se refere como o “G-Factor dos Recursos Naturais”: Este é um instrumento que se destina a avaliar a contribuição de uma empresa para o país em que opera. A MRM defende a transparência, legitimidade e integridade no sector de pedras preciosas coloridas e tem como objectivo trazer impacto positivo.
O Director Geral da MRM, Prahalad Kumar Singh, em representação do Presidente do Conselho de Administração da MRM, Samora Machel Jr, agradecendo ao Governo da República de Moçambique pelo seu apoio contínuo à empresa, afirmou na ocasião que “a MRM triplicará a sua capacidade de processamento de minério das actuais 200 toneladas por hora para 600 toneladas por hora quando a segunda fábrica de processamento entrar em funcionamento em 2025. Com o aumento do rendimento, a MRM pretende não só continuar a defender os rubis moçambicanos na plataforma global e permanecer como um dos maiores exportadores de Moçambique no sector dos Recursos Naturais, mas também fornecer contribuições significativas para a nação e o seu povo”.





