A Administradora do Banco de Moçambique, Benedita Maria Guimino defende a coperação institucional para o aprimoramento do plano de acções com vista a remoção do país da ‘lista negra’ do sistema financeiro internacional que se encontra.
A Administradora falava no passado dia 28 de Abril por ocasião da assinatura do memorando de entendimento entre o Banco de Moçambique e o Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique, no âmbito da troca de informação em matéria de prevenção e combate ao branqueamento de capitais, financiamento do terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa
Guimino disse na ocasião que o memorando de entendimento se enquadra no processo de implementação da Estratégia Nacional de Prevenção e Combate ao Branqueamento de Capitais, Financiamento do Terrorismo e da Proliferação de Armas de Destruição em Massa 2023-2027, e contribuirá para o reforço da actuação na detecção e monitoria de operações suspeitas.
“Do mesmo modo, concorrerá para melhorar a resposta aos desafios actuais sobre a matéria, bem assim o processo de implementação do plano de acções para a remoção de Moçambique da Lista Cinzenta do Grupo de Acção Financeira”.
No entanto, a Administradora do banco central não se referiu as razões que levaram o país a constar da lista cinzenta e nem sobre os actuais níveis de implementação do plano de acções tendo em vista a sua remoção.





