Os americanos, através da sua Agência para o Desenvolvimento Internacional (USAID), anunciam dois novos projectos de apoio as crianças afectadas pelo HIV/SIDA, bem como a promoção e prevenção para raparigas adolescentes. Estes novos projectos de cinco anos fazem parte do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da SIDA (PEPFAR) e baseiam-se na assistência contínua que aos Estados Unidos presta a Moçambique desde 2004 aos mais de 900 mil órfãos criados pela epidemia do HIV.
Para além de garantir que as crianças seropositivas recebem um tratamento eficaz para que tenham uma supressão viral, estes projectos envolver-se-ão com os tutores para responder às necessidades nutricionais, apoiar o acesso à educação, e ajudar a ultrapassar barreiras sociais e económicas.
A USAID continua a alargar a sua coligação, a tornar os seus recursos mais acessíveis e equitativos, e a ser mais receptivas às vozes locais. Por exemplo, esta carteira de cerca de 50 milhões de dólares está a transitar de um parceiro internacional para duas organizações moçambicanas que demonstraram um forte histórico de servir as necessidades das populações mais vulneráveis em Moçambique. Estes projectos, denominados Impacto Facilitador que Dura para Crianças Órfãs e Vulneráveis (FILOVC) serão implementados pela Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) que levará a cabo as actividades na Província de Maputo, Cidade de Maputo, Gaza, e Inhambane, cobrindo o sul do país. E no Norte, a ONG local Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) irá implementá-los em Nampula e Cabo Delgado. Estes novos projectos terão por base a abordagem da anterior actividade da USAID para crianças vulneráveis ao HIV, denominada COVIDA, implementada pelo FHI360.





