Mostrar as tendências de moda e as novidades das colecções de diversas lojas e estilistas é um dos objectivos do ‘Moda Baía 2022’, um evento a decorrer de sexta-feira a domingo, no Baía Mall, em Maputo.
A organização anunciou que já confirmam presença no evento as lojas Cherry, Whetu, Fashion World, Leenale, Timberland, Mr Price, Mó, Woolworths, Piubella, Oh Baby!, Zippy, Bebé Giro, Studio 88 e o Brechó Da Suneyla, Seaside, Ipanema e Stara. Os estilistas Fahed Gaspar,
Mabenna, Ilda Semedo, Hloyase, Zualo’s Fashion serão os primeiros nomes na história deste evento de moda.
A ser planeado há quatro anos pelo Baía Mall, em parceria com a DDB Moçambique, ‘o Moda Baía 2022’ será feito em três dias de desfiles inéditos. Na sexta-feira e no sábado, das 20h30 às 22h00, e no domingo, das 15h00 às 17h00, haverá um desfile especial para crianças.
Pretende-se, com o efeito, que esta plataforma de visualização desta forma de arte moçambicana se torne um evento anual, a realizar-se sempre em Setembro. Por essa razão, o Baía Mall juntou-se à DDB Moçambique que carrega uma vasta experiência construída ao longo de 18 anos de Moçambique Fashion Week.
Como forma de contribuir para o desenvolvimento da indústria da moda no país, um dos objectivos é tornar a iniciativa um ponto de network de diferentes intervenientes.
“Queremos oferecer o melhor aos nossos clientes, inquilinos e parceiros”, disse Lisié Champier, da organização do evento.
O ‘Moda Baía’ será influenciador, pois um centro comercial é o lugar frequentado por pessoas à procura de respostas às suas necessidades. Portanto, é um ponto estratégico, um lugar para que os estilistas nacionais possam expor a sua criatividade.
“Neste momento contamos com uma média de dez mil pessoas, diariamente e, é claro, sábado é o dia de maior movimento onde atingimos aproximadamente dezasseis mil pessoas ”, disse Lisié, ao ilustrar a capacidade de dar maior visibilidade aos artistas nacionais.
“Pretendemos para além de demonstrar as novas colecções das lojas e tendências internacionais, agrupar a criatividade, o conhecimento e desenvolvimento cultural dos moçambicanos”, frisou.





