A Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) reuniu com os diversos segmentos económicos envolvidos na sua área de actividade no passado dia 05 de Agosto, numa sessão denominada “Ciclo de Negócios – BVM”.
O evento enquadra-se em uma série de palestras que tem por objectivo, entre outros, a auscultação dos intervenientes do Mercado de Capitais (Operações de Bolsa e Central de Valores Mobiliários- CVM); transmitir conhecimentos sobre os procedimentos operacionais em vigor na BVM e com realce para as vantagens do acesso à Central de Valores Mobiliários; bem como refletir sobre os procedimentos e mecanismos operacionais das operações de bolsa e da CVM.
A HCB, a Emose e a CDM são algumas das empresas moçambicanas quotadas na bolsa de valores de Moçambique, que tem Salim Valá como o Presidente do Conselho de Administração.
Participaram no encontro representantes de bancos nacionais, empresas do estado como a Emose.
Intervindo na ocasião, o PCA da bolsa reconheceu o trabalho de vulto de team feito para o crescimento do mercado de capitais em Mpoçambique. “Temos 11 empresas cotadas; a capitalização bolsista em termos absolutos é de 130. 099, 78 milhoes de meticais (2.017,05 milhões de dólares); a capitalização bolsista em termos de percentagem do Produto Interno Bruto (PIB) é de 19,04%; o volume de negócios é de 9.470,04 milhoes de meticais; o índice de liquidação é de 7,28%” disse Salim Valá
A bolsa nacional diz que 23.803 títulos já foram financiados a economia em mais de 238.478,95 milhões de meticais (3.697,35 milhões de dólares) estão registados na central de valores mobiliarios CVM 220 títulos
Sectores críticos do mercado de capitais moçambicano criticam a Bolsa de Valores de Moçambique de ser uma instituição fechada, que não acompanha os desenvolvimentos tecnológicos e para além de burocrática exige procedimentos que ela própria não cumpre sobretudo ás pequenas e médias empresas.





