A JSPL Mozambique Minerais anunciou que na sequência da reorganização e reestruturação da produção deixará de usar a linha ferroviária de Sena e o Terminal do Porto da Beira para proceder as actividades de exportação de carvão mineral da mina de Chirodzi em Tete para o estrangeiro, com efeitos a partir de um de Agosto de 2022.
Com o fecho anunciado, a logística da JSPL Jindal África, e todas as outras operações relativas ao transporte e exportação de carvão mineral da mina de Chirodzi em Tete passará a ser realizado pela polémica Vulcan Resources através do corredor logístico integrado de Nacala.
A empresa considera que esta medida se mostra essencial à competetividade, saneamento enconómico, reorganização produtiva da empresa, para o aproveitamento da capacidade instalada no Porto de Nacala, sendo este de águas profundas com a possibilidade de manuseio de maiores navios e grandes quantidades de carvão.
Subsidiária da Jindal, a JSPL Mozambique Minerais, é uma sociedade de investimento com experiência em mineração de carvão e geração de energia constituida e regida pelo direito moçambicano. Está matruculada na conservatória do registo comercial sob o NUEL 100655053, com sede da administração localizada na rua dos desportistas distrito municipal Ka Mpfumo na cidade de Maputo e representações nas cidades da Beira e Tete. Legalmente a empresa é representada por Shekharn Ranguadewar, de nacionalidade indiana, na qualidade de director do projecto e gerente geral da mina de carvão de Chirodzi na província de Tete.





