Um grupo de trabalhadores aparentemente não identificados da Empresa Moçambicana de Seguros, Emose, tem estado a ‘bombardear’ o Conselho de Administração presidido por Maqueto Langa com acusações graves relativas a práticas de má gestão e corrupção.
Infelizmente não tenho nenhuma reacção, trabalhadores têm o direito de se manifestarem, estamos em democracia!
Na semana passada contactamos o PCA da Emose, Maqueto Langa, o principal visado nas mensagens denúncias veinculadas nas plataformas digitais pelos trabalhadores.
“Meu irmão Eugénio da Câmara, infelizmente não tenho nenhuma reacção, os trabalhadores têm o direito de se manifestarem, estamos em democracia!” Disse Ainda na semana passada, a média oficiosa noticiou a decisão do governo de envio de uma equipa da unidade anticorrupção para investigar as denúncias dos trabalhadores da Emose. O PCA Maqueto Langa não confirma. Ele diz que apenas recebeu uma equipa da Procuradoria da Cidade de Maputo. “A anti-corrupção ainda não se fez presente aqui, apenas a procuradoria da cidade de Maputo, que diz que vem por causa das queixas anônimas no WhatsApp e estão a fazer as suas investigações normalmente. Mas talvez o GCCC possa também vir, estamos a espera, é trabalho deles apurar a verdade. Maqueto.”
A última mensagem dos trabalhadores refere que mesmo depois da última denúncia, “os roubos do super PCA Emose Maqueto Langa continuam e foi assim que no dia 22 de Maio de 2022 ele enviou a sua concubina, a senhora Lídia Samuel, a Portugal, para receber comissão resultante do contrato de mais de 80 milhões de meticais para a compra do fardamento para 80 trabalhadores da área comercial da empresa BSPOT sediada em Lisboa para a posterior compra de uma casa na mesma cidade para o casal em Portugal”.
Os trabalhadores dizem que a EMOSE tem 3 prédios no centro de Lisboa em Portugal onde a gestão é feita exclusivamente pelo PCA Maqueto Langa, não se sabendo o destino que é dado as rendas desses imóveis. O super PCA Maqueto Langa tem uma autorização do conselho de administração assinada por ele mesmo que lhe delegada poderes para gerir exclusivamente os referidos imóveis, – escrevem os trabalhadores da Emose na sua mensagem que circula nas redes sociais.





