Pelo menos sete pessoas morreram entre os meses de Outubro e Novembro como resultado da ocorrência de mau tempo caracterizado por chuvas e ventos fortes com rajadas registados um pouco por todo o país.
O Instituto Nacional de Gestão do Risco de Desastres, INGD, diz que esta época chuvosa e ciclónica (2021/2022) o Centro Nacional Operativo de Emergência, CENOE, registou em todo país a ocorrência de chuvas e ventos fortes acompanhadas de descargas atmosféricas, incêndios e queimadas descontroladas que resultaram em diversos danos entre ligeiros e muito graves.
Em termos da população afectada, o CENOE diz também que 14, 580 pessoas correspondentes a 2, 822 famílias carecem de assistência humanitária, como resultados das inundações e desabamento de tetos das suas casas.
Além disso, diz o governo, de 01 de Outubro passado a 28 de Novembro corrente, houve igualmente o registo de sete óbitos; 1300 habitações totalmente destruídas e outras 519 inundadas; 34,869 alunos afectados e duas unidades sanitárias afectadas.
Dos sete óbitos registados durante o período em referência seis foram registados na provincial da Zambézia e um na provincial de Sofala.
Em termos de causas das vítimas mortais, o CENOE garante que três foram por queimadas descontroladas e quatro por descargas eléctricas.
Apesar das queixas sobre a chegada urgente da resposta, para o governo neste momento estão em curso várias acções tendentes a providenciar assistência humanitária aos afectados.
Dentre as acções em curso, o CENOE aponta o levantamento de danos para a reposição da cobertura das salas de aulas; a mobilização das comunidades, confissões religiosas junto com os governos locais para encontrar soluções rápidas para a reposição dos danos; mobilização de parceiros para intervenção com tendas TARP,s em algumas escolas; reposição das casas destruídas por chuvas e ventos fortes, entre outras acções.





