A construção do Terminal Internacional Ferroviário de Trânsito de Minérios de Ressano Garcia tem em vista contribuir para o estabelecimento de uma solução alternativa de trânsito logístico para o movimento de minerais da África do Sul ao Porto de Maputo.
O facto foi revelado pelo Presidente do Conselho de Administração da Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, Miguel José Matebel, semana passada durante a cerimónia de inauguração do terminal.
De acordo com o Matabel, a operação no Terminal consiste no recebimento de camiões, registo, gestão de stock, armazenamento e carregamento de vagões para posterior despacho para o Porto de Maputo, via ferroviária.
Actualmente, o Terminal manuseia cerca de 5,950 Toneladas por dia, equivalendo a 1 comboio e meio, ou seja, 170 camiões/dia o que, segundo explica o PCA num mês são retirados, da estrada, 5,100 camiões.
A perspectiva da empresa CFM, é de duplicar, passando para 3 comboios por dia (de 60 vagões cada), correspondendo a 340 camiões por dia ou seja, 10,200 camiões/ mês, podem sair da estrada.
Com a inauguração do terminal, os CFM apontam benefício como a redução do congestionamento do tráfego rodoviário, sobretudo, entre Matola e Maputo, bem como o aumento do volume dos minerais transportados na Linha de Ressano Garcia incluindo a redução da emissão de poluição ambiental.





