Desde fim-de-semana que a cidade da Matola, na província de Maputo, tem estado a reportar casos de tentativa de bloqueio de estradas por parte de automobilistas que alegadamente protestam contra a crise dos combustíveis no país.
Esta segunda-feira, 21 de Abril, um grupo de jovens, entre motoristas, cobradores e outros intervenientes no transporte de semicolectivos passageiros ensaiou o bloqueio da avenida das indústrias, o que não se confirmou devido a resposta da Polícia da República de Moçambique, PRM, que retirou as barricadas e a circulação de viatura foi resposta, mas de forma tímida.
Não foram reportado situações de confrontos directos entre os agentes da PRM e os manifestantes, mas o ambiente era tenso com os transportadores a condicionar o abandono do bloqueio das estradas a reabertura das bombas para o abastecimento das suas viaturas.
Ainda na cidade da Matola, esta manha foi reportada uma tentativa de bloqueio da estrada na zona do mercado Santos, arredores do centro da cidade da Matola. Na capital Maputo a avenida 24 de Junho ficou com o trânsito condicionado na zona do bairro Alto-mae, como consequência das longas filas que caracterizam as chamas bombas de combustível nas últimas semanas um poço por todo o país com maior impacto para a capital Maputo.
O governo não apresenta solução imediata para a actual crise dos combustíveis, na medida em para o executivo o país dispõe de stocks suficientes para abastecer normalmente o mercado interno. O governo transmite a ideia de estar a registar situações de algum açambarcamento por parte de operadores na cadeia de distribuição e promete investigar enquanto a carteira de prejuízos vai se avolumando na economia nacional.
Enquanto reitera a disponibilidade de combustíveis no País e apela aos operadores do mercado para que ajam com responsabilidade, nunca colocando em causa o interesse público, o Governo informa que vai continuar vai mexer as actuais taxas de combustíveis no próximo mês de Maio na sequência dos impactos da guerra no Médio Oriente.





