Ministério de Ivete Alane Reage as Detenções por Corrupção no Topo da Hierarquia do INSS

Os 4 directores detidos esta semana acusados de desfalque por via corrupta aos fundos do Instituto Nacional de Segurança Social, continuam a responder perante o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, em prisão preventiva, conforme confirmou aos órgãos de comunicação social o advogado de defesa Damião Cuambe.

Dirigido por Ivete Alane, o Ministério do Trabalho, Género e Acção Social (MTGAS), entidade que tutela o INSS, reagiu célere ás detenções realizadas pelo Ministério Público esta semana no. Em comunicado, e sem referir nomes, o MTGAS diz que tomou conhecimento das detenções de alguns quadros do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), no âmbito de um processo conduzido pelas autoridades judiciais.

Alguns sectores da crítica acusam a Ministra Alane por aquilo que não fez para garantir a segurança dos cofres do INSS, incluindo a garantia de segurança nos instrumentos e mecanismos estabelecidos internamente para evitar o assalto e saque nos recursos públicos.

No seu comunicado o MTGAS reafirma o seu compromisso inabalável com a legalidade, transparência e boa gestão dos recursos públicos. Neste momento, o sector está a colaborar plenamente com as autoridades judiciais, contribuindo para o esclarecimento célere e rigoroso dos factos.

O INSS continuará a assegurar o normal funcionamento de todos os seus serviços, sem qualquer prejuízo decorrente do processo de investigação em curso. O sistema de pensões mantém-se sólido, estável e plenamente operacional, garantindo com regularidade o cumprimento das suas responsabilidades para com os cidadãos, beneficiários e pensionistas.

Fontes próximas do MTGAS dizem que desde que a Ministra Ivete Alane chegou a direcção os níveis de deixa andar no ministério dispararam.

Neste contexto, o sector reafirma a sua confiança na robustez do sistema de protecção social e na sua capacidade de continuar a responder, com segurança e fiabilidade, às necessidades dos seus utentes. O sector prestará informações adicionais sempre que tal se mostre oportuno e legalmente admissível.

Além do director-geral do INSS, Joaquim Siuta, foram detidos nas mesmas circunstancias o director da Administração e Finanças, Jaime Nhavene,  o chefe da Unidade Gestora Executora das Aquisições (UGEA), José Francisco Chidengo, e o empresário Aboobacar Sumaila, proprietário da RAM TV.

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