Governo Português Envia Investigadores Para Esclarecer a Morte a Facadas de Banqueiro em Maputo

O governo português decidiu envolver-se na investigação, em Moçambique, no esclarecimento das circunstâncias sobre a morte de um cidadão de nacionalidade portuguesa, quadro sénior de um banco com capitais portugueses em Maputo

Uma equipa de investigação da Polícia Judiciária e do Instituto Português de medicina Legal já se encontra em Maputo desde o último fim-de-semana, 24 de Janeiro, para e em paralelo com as autoridades moçambicanas de investigação, esclarecer as ‘reais causas’ sobre a morte do português Pedro Ferraz Correia dos Reis.

Na semana passada, em Maputo, o Serviço Nacional de Investigação Criminal, SERNIC, anunciou que o trabalho de perícia forense realizada na manhã de segunda-feira, 20 de Janeiro em simultâneo com especialistas da medicina legal concluíram que a morte do português Pedro Ferraz Correia dos Reis, Administrador do Banco Comercial e de Investimentos, BCI, tratou-se de suicídio, cujas motivações ainda não são conhecidas.

Hilário Lole, porta-voz do SERNIC, explicou em conferência de imprensa que Pedro Reis, momentos antes da sua morte, retirou-se hoje do seu local de trabalho, sede do BCI na baixa de Maputo, por volta das 14 horas e deslocou-se à sua residência de onde tomou uma arma branca, na circunstância uma faca de cozinha e a seguir deslocou-se a um estabelecimento comercial, onde adquiriu ainda mais duas facas e também comprou raticida, antes de se dirigir ao luxuoso Hotel Polana onde tirou a sua própria vida no interior da casa de banho.

Formalmente o Hotel Polane ainda não se pronunciou. Mas a opinião pública portuguesa tem estado a desvalorizar a versão da SERNIC por isso decidiram realizar uma investigação directa e ‘mais apurada’.

Em Maputo circulam várias versões sobre morte do banqueiro incluindo questões políticas e passionais

Impossível copiar o conteúdo desta página