Adriano Nuvunga Volta a Fugir do Banco dos Réus Sem Provar que Albino Forquilha “Vendeu a Verdade Eleitoral”

O partido Podemos tem estado a convidar os órgãos de comunicação social para dar cobertura a mais uma sessão de julgamento do processo em que o partido move contra Adriano Nuvunga, Presidente do CDD, Centro para a Democracia e Direitos Humanos, acusando-o de calúnia e difamação na sequência do caos que se instalou imediatamente a seguir ao anúncio dos resultados eleitorais de Outubro de 2024.

“Decorre na cidade de Maputo o julgamento do caso dos 219 milhões, no qual o Prof Doutor Adriano Nuvunga, acusou de forma falsária, ao Presidente do Podemos Albino Forquilha de ter “vendido a verdade eleitoral”, nas eleições presidenciais de 2024”.

“O julgamento decorre no Tribunal Judicial do Distrito Municipal Kampfumo”. “Esta é a segunda vez que o mesmo decorre, uma vez que a primeira deveria ser realizada na passada quarta-feira, 22 de Outubro no mesmo local, porém sem presença do acusado. Pedimos cobertura” escreve o partido.

A imprensa refere que Adriano Nuvunga não tem estado a comparecer nas sessões de julgamento em desobediência as ordens do tribunal que o notifica. Alguns sectores de opinião questionam o poder sobre o representante do CDD na desobediência as entidades do sector judiciário sobretudo quando Adriano Nuvunga aparece nos últimos dias na media lado a lado com a elite que gere o dialogo politico em curso, um exercício liderado pelo governo de Daniel Chapo.

No seguimento dos acontecimentos subsequentes às sétimas eleições gerais e multipartidárias de Moçambique, em que Daniel Chapo foi declarado vencedor, o Ministério Público, através da Procuradoria-geral da República tem estado a instaurar processos crimes contra nomeadamente Venâncio Mondlane, declarado segundo mais votado candidato presidencial, Pascoal Ronda, antigo Ministro do Interior e o então Comandante-geral da Polícia, Bernardino Rafael.

O Estado investiga o seu alegado envolvimento nos violentos tumultos políticos e sociais que abalaram Moçambique principalmente entre Outubro de 2024 e Março de 2025 onde centenas de infraestruturas públicas e privadas fica ram destruídas com actos de envolvimento de entidades como a PRM.

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