A Polícia da República de Moçambique, PRM, já reagiu ao crime de rapto e sequestro do empresário de nacionalidade portuguesa ocorrido esta terça-feira nas ruas de Maputo, a capital de Moçambique.
De acordo com o porta-voz da PRM, Daniel Macuácua, as autoridades policiais do país já dispõem de algumas pistas e linhas de investigação sobre os raptores que desencadearam o acto e garante a sua corporação está a trabalhar para devolver a vítima ao convívio familiar, o mais breve possível.
No seu pronunciamento público, o porta-voz da PRM em Maputo confirmou que os sequestradores, para lograr os seus intentos, efectuaram (quatro?) disparos para o ar a fim de intimidar quem tentava socorrer a vítima, imediatamente arrastada pelos malfeitores para uma viatura sem chapa de inscrição previamente preparada para ser usada pela gang no transporte da vítima para o cativeiro.
Dados da PRM indicam que Moçambique registou só este ano sete casos de rapto. A PRM não apresenta estatísticas sobre casos esclarecidos e/ou o número de vitimas resgatadas. Este não é o primeiro caso de rapto envolvendo empresário português em Maputo. Recentemente foi reportado o sequestro do português dono da Sotubos.
O crime foi reportado logo pelas primeiras horas desta terça-feira, 07 de Outubro, (por volta das 6h00), quando um cidadão português, aparentando mais de 60 anos de idade, empresário e proprietário da empresa NBC Representações, especializada na venda de acessórios de viaturas, foi sequestrado por desconhecidos quando chegava ao seu estabelecimento, localizado na Avenida Zedequias Manganhela, em Maputo.





