Dois Supostos Agentes da Polícia de Investigação Criminal Barbaramente Assinados em Maputo

Duas pessoas, supostamente agentes do extinto Serviço Nacional de Investigação Criminal, SERNIC, actual Polícia Judiciária, foram barbaramente assassinadas esta manhã na zona de Manduca, ligação entre as cidades de Maputo e Matola.

Os corpos dos dois homens já foram removidos do local da ocorrência criminal, mas a Polícia da República de Moçambique, PRM, que já está no local, ainda não fez qualquer pronunciamento sobre a identidade das vítimas incluindo as circunstâncias e motivações do crime. Maduca é uma zona altamente movimentada com tráfego de viaturas que flui intensamente, para alem de uma forte presença policial.

A situação gerou uma pequena indignação popular no local do crime, mas a PRM parece tomar conta do controlo e gestão dos ânimos das massas, exacerbadas com a tendência crescente de crimes violentos aparentemente por motivações como o ajuste de contas a partir do interior da essência da investigação policial do estado.

Recorde-se que a Polícia da República de Moçambique, confirmou e assumiu que o individuo cravado por cerca de 50 balas no passado dia 12 de Junho findo no bairro Nkobe no município da Matola era agente e quadro sénior da corporação.

Quatro dias depois do fatídico assassinato, (15 de Junho) a PRM, através do seu Comando Geral em Maputo, assumiu em público que o individuo assassinado respondia pelo nome de Carlos Rafael Zandamela, Superintendente Principal da Polícia afecto a Unidade de intervenção Rápida, como Chefe da Repartição de Reconhecimento.

Na altura um dos mais bem posicionados espiões do estado foi brutalmente cravado de balas quando circulava dentro de uma viatura Mahidra no bairro Nkobe, município da Matola. Até agora, a PRM não deu qualquer explicação sobre as investigações sobre as circunstâncias da morte de Carlos Zandamela, antigo Chefe da Repartição de Reconhecimento na IUR.

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