Secretária de Estado Insta à Comunidade Moçambicana na China Aderir ao Registo Consular

Hoje dia 28 de Junho, a Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior parte de visita a Região Administrativa Especial de Macau, onde encontrar-se-á como a comunidade moçambicana local.

Na véspera, a Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior, Maria de Fátima Simão Manso, instou a comunidade moçambicana residente na China continental, a aderir ao registo consular, de modo a facilitar a identificação do cidadão na diáspora e permitir a devida assistência.

Falando no encontro que manteve com a comunidade moçambicana residente neste país asiático, na tarde de sexta-feira, dia 27 de Junho, em Beijing, República Popular da China, a Secretária de Estado Manso realçou a importância dos cidadãos residentes no estrangeiro aderirem ao Programa de Mapeamento da Diáspora, implementado pelo Instituto Nacional das Comunidades Moçambicanas no Exterior (INACE), com vista a auxiliar no reconhecimento dos moçambicanos que por várias razões vivem fora do país há mais de um ano e garantir a participação na vida política, económica e social em Moçambique.

Revelou, no evento, que na China continental tem uma comunidade de 204 pessoas, entre eles 73 mulheres e 131 homens, composta a maioria por estudantes.

Por seu turno, a Presidente da Associação Nacional dos Estudantes Moçambicanos na China (ANEMOC), Cátia Machabane, manifestou satisfação com a realização do encontro, tendo afirmado que a visita “é um sinal inequívoco do compromisso e preocupação do Governo com os seus filhos residentes na China”. Apresentou, na ocasião, as preocupações dos estudantes, entre as quais se destacam o aumento do número de bolsas de estudo, especialmente para o nível de licenciatura, o reforço do subsídio e a integração no mercado de trabalho após a formação.

Em resposta, a Secretária de Estado Maria de Fátima Manso assegurou que o Governo está ciente destas inquietações e que algumas delas já estão a ser respondidas. “Instamos aos estudantes a se organizarem em forma de associativismo, que sejam unidos e acima de tudo cumpram com o objectivo crucial de se formarem e voltar para servir o país” afirmou.

Informou à comunidade sobre a situação política que se vive no país, tendo explicado que decorre o Dialogo Nacional Inclusivo, que visa consolidar a paz e a reconciliação e encorajou a comunidade a encaminhar, de forma organizada e por canais próprios, as contribuições para a iniciativa. “Deixamos uma palavra de apreço para que continuem a acompanhar a situação interna do país, que se envolvam, abracem o patriotismo a pensar sempre na construção e desenvolvimento do nosso Estado” acrescentou.

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