Como uma oportunidade para reforçar o posicionamento dos países Africanos no panorama económico internacional e consolidação de parcerias estratégicas com os Estados Unidos da América, o Ministros da Economia, Basílio Muhate, Participa, em representação de Daniel Francisco Chapo, Presidente da República de Moçambique, na 17ª Cimeira de Negócios EUA- África, de 22 a 25 de Junho do ano em curso em Luanda, Angola.
Sob o lema “Caminhos para a prosperidade: uma visão partilhada para a parceria Estados Unidos – África”, a Cimeira conta com a presença de vários chefes de Estado africanos, altos representantes do Governo norte-americano, dirigentes de organizações multilaterais e executivos de algumas das maiores empresas internacionais, que assistirão a sessões plenárias, fóruns de discussão, sessões de investimento, oportunidades para contactos e uma exposição de produtos e serviços inovadores.
Segundo uma nota do Ministério da Economia a 17.ª Cimeira de Negócios EUA-África é considerada um marco importante para o reforço das relações económicas e comerciais entre os dois blocos e poderá abrir novas perspectivas de cooperação num contexto global cada vez mais competitivo.
Entretanto, no dia 15 de Junho, à margem das celebrações do Dia Nacional de Moçambique na Expo 2025 Osaka, a delegação moçambicana realizou uma visita oficial ao Pavilhão da Arábia Saudita.
A comitiva foi liderada igualmente pelo Ministro da Economia e Finanças, Basílio Muhate, e integrou a Directora-Geral do IPI, Sheila Canda, a Chefe do Departamento Jurídico do IPI, Gizela Ubisse, o Comissário-Geral para a Expo 2025, Riduan Adamo, e representantes do Gabinete do Primeiro-Ministro, e Ministério do Interior.
Durante a visita, foi apresentada a visão saudita para a Expo 2030, que terá lugar em Riade, com forte enfoque em soluções urbanas sustentáveis, inovação tecnológica e desenvolvimento inclusivo. Também se destacou a iniciativa da Universidade KAUST, que utiliza impressão 3D para restauração de recifes — um exemplo de integração entre ciência, tecnologia e preservação ambiental.
A visita abriu portas para diálogos exploratórios em áreas como inovação verde, incubação tecnológica e protecção da propriedade industrial, alinhadas com o desenvolvimento de Moçambique.





