Teve lugar esta quinta-feira, 5 de Junho em Maputo, a cerimónia de investidura dos Presidentes e Vice-Presidentes dos 23 Pelouros Sectoriais e Transversais da CTA – Confederação das Associações Económicas de Moçambique.
O acto foi orientado por Alvaro Massingue, presidente da CTA, que considera que a tomada de posse acontece num momento em que o país enfrenta desafios múltiplos – desde a recuperação económica no pós-crises até às transformações estruturais exigidas pela transição energética, digital e climática “por isso torna-se imperativo termos uma CTA forte, coesa, com vozes especializadas e organizadas sectorialmente” disse no seu discurso.
Para Massingue, a cerimónia de posse representa mais do que um acto protocolar: marca o início de um novo ciclo de engajamento sectorial – mais inclusivo, mais estratégico e mais orientado para resultados.
Com a investidura de uma parte significativa dos timoneiros do Diálogo Público-Privado, diz Massingue, reforça o compromisso com uma CTA mais presente, mais eficaz e mais representativa dos legítimos interesses do sector privado moçambicano, explica o novo boss dos empresários em Moçambique.
Segundo disse Massingue, o sucesso da Confederação depende do compromisso e da entrega de cada um dos líderes investidos e espera-se dos novos timoneiros um espírito de missão, competência técnica, abertura ao diálogo e uma atitude proactiva e reformista. “Os Pelouros não são órgãos consultivos: são braços executivos da CTA, espaços de inteligência colectiva, de coordenação e de influência real” refere.





