“Outro caso, envolveu uma Técnica da enfermagem, de 36 anos de idade, tinha dois filhos menores que contraíram queimaduras graves duas vezes em menos de duas semanas, numas circunstâncias estranhas, sem pronto-socorro para hospital, e o mais velho de 9 anos, dos dois menores, perdeu a vida antes mesmo dos primeiros socorros.”
“E o filho de 7 anos e por sinal o mais novo dos dois filhos, encontra-se internado no Hospital Central de Maputo.”
“E a enfermeira acusa o Centro de saúde onde está afecta, por não ter trocado do turno durante o trabalho, para permitir que cuide dos seus filhos. A mesma lamenta ainda a morte do seu filho menor de 9 anos, sendo ela a única cuidadora dos dois menores.”
“Em alguns hospitais vivenciamos o uso da receita médica nos talões de depósito do banco.”
“Essa prática de alguns hospitais passarem receitas médicas em talões de depósito bancário, é um reflexo preocupante do estado da saúde pública em Moçambique. Além de ser antiética e falta de respeito com o paciente, essa atitude compromete a clareza, a segurança e a legalidade da prescrição médica”.
“Receitas devem ser passadas em papel próprio, timbrado e legível, garantindo que o paciente e a farmácia consigam entender o tratamento correctamente. Usar talões bancários, que não têm nada a ver com a medicina, coloca em risco a vida de quem depende dessas prescrições para se tratar.” Excertos do comunicado da Associação dos Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique (APSUSM) sobre a prorrogação da greve por mais um período de 30 dias.





