A N’weti diz que tem estado a observar várias barreiras no aumento da cobertura, adesão e retenção de doentes no tratamento antiretroviral em Moçambique.
Dentre as barreiras, a organização aponta rupturas de stocks dos medicamentos, violações de confidencialidade, baixa consciência dos direitos das pessoas vivendo com HIV entre os provedores de cuidados primários de saúde e ainda longas horas de espera nas consultas nos hospitais.
Para fazer face a essas barreiras, a N’weti diz igualmente que está a implementar acções de monitoria da qualidade de serviços de saúde lideradas pela comunidade utilizando ferramentas como o cartão de pontuação comunitária. A actividade de monitoria permite às comunidades um engajamento com os provedores dos cuidados de saúde.
Para realizar estas acções, a N’weti diz ainda que recebeu financiamento não revelado da AmplifyChange para facilitar a monitoria dos cuidados de saúde liderados pela comunidade nos distritos de Maxixe e Zavala na província de Inhambane, sul de Moçambique. A N’weti também não revelou os resultados reais das actividades em curso em Inhambane.





