Decorre neste momento em Maputo a Assembleia-geral da CTA que, entre vários pontos vai aprovar o relatório e contas do exercício findo e eleger os novos corpos directivos da agremiação. São 174 membros que vão eleger o sexto presidente da daquela agremiação.
A reunião da assembleia-geral decorre a porta fechada e a candidatura de Álvaro Massingue não consta no boletim de voto apesar da decisão do tribunal indicar o contrário.
Apesar de a comissão eleitoral rasgar a decisão do tribunal, do interior da sala há indicações de que os membros eleitores exigiram um ponto de ordem para pedir a inclusão da candidatura de Álvaro Massingue. Parece que a decisão vai a votação dos membros/sócios.
Esperava-se alguma mau dura do lado da justiça que mais uma vez vê a sua reputação beliscada na CTA, desde que Agostinho Vuma disse a imprensa que nenhum tribunal tem poderes para alterar qualquer decisão emanada pela CTA.
Estão representadas as candidaturas de Lineu Candieiro e Maria de Assunção Abdula. Vuma já caiu, mas, aparentemente quer deixar alguém da sua confiança no seu lugar. Há alguma segurança reforça no local da reunião com uma forte presença de jornalistas que vão colhendo depoimentos de um e outro participante dos que vão entrando e saindo da sala.
Por seu turno a Câmara de Comercio de Moçambique também incentou demarches juntos dos tribunais com vista a detenção do presidente da comissão eleitoral da CTA Lino por desobediência das ordens do tribunal.





